domingo, 15 de setembro de 2013

Como lidar com um doente com diabetes


O diabetes é uma doença provocada pela alteração metabólica da glicose no organismo. Essa alteração gera deficiência na ação ou produção da insulina, responsável por transformar as moléculas de glicose em energia. Portanto, num organismo diabético, a falta de insulina deixa o corpo do indivíduo sem conseguir administrar um nível tão alto de glicose, o que gera complicações.

            A doença pode se manifestar de três maneiras:


1. Tipo I: Esse tipo de diabetes é caracterizado pela inflação do pâncreas, com quase absoluta perda de insulina, sendo assim, o doente deverá aplicar insulina pelo resto da vida.

2. Tipo II: Atinge principalmente a faixa etária dos 40 anos. Está relacionada, muitas vezes, a outras complicações do indivíduo, como obesidade e histórico familiar de diabetes. Nesse tipo de diabetes é possível fazer tratamento através de dieta e exercícios, porém, com o passar do tempo, a aplicação de insulina pode se fazer necessária.

3. Gestacional: Tipo de diabetes que se desenvolve durante a gravidez e geralmente desaparece após o nascimento do bebê. É mais comum em mães com mais de 35 anos e que ganham muito peso durante a gestação.

            A pessoa com diabetes deve aprender a conviver da melhor forma com a doença, por isso, quem lida com doentes diabéticos deve sempre estar atento ao controle da doença. Seguem alguns cuidados importantes para com os diabéticos:

1. Informe-se sobre a doença

O primeiro passo para auxiliar um ente ou qualquer pessoa diabética é educar-se sobre a doença, entendendo suas causas e o tratamento correto. A pessoa que ajuda o diabético desempenha um papel vital para que esse indivíduo permaneça saudável.

2. Procure aumentar a disposição do diabético

A deficiência de insulina deixa o indivíduo mais propício ao cansaço e sonolência, por isso, os exercícios devem fazer parte da rotina diária de um diabético. Trinta minutos de exercício todos os dias, como caminhadas, é suficiente para deixar a mente e o corpo mais ativo.

3. Exame de monitoramento contínuo da glicose

Para verificar a qualidade do controle da diabetes é preciso fazer um monitoramento contínuo da mesma. Isso é feito pela inserção de um sensor sob a pele que se liga a um monitor, esse registra continuamente os níveis de glicose no sangue. É importante que o doente faça esse exame para que o médico possa fazer relatórios e administrar melhor os medicamentos.

4. Reeduque a alimentação do diabético

Saber como, quanto e quando comer é essencial para um diabético, ele precisa, portanto, de uma boa alimentação. As bases da dieta de um doente diabético geralmente são simples, contam com porções de comida moderadas feitas em horários regulares, no entanto, algumas pessoas precisam de uma dieta baseada na contagem de carboidratos, pois esses podem se transformar em glicose. A dieta modifica-se dependendo do tipo de diabetes que a pessoa apresenta, por isso, é preferível que cada pessoa vá a um nutricionista ou educador sobre diabetes para determinar um plano alimentar específico.

Lidando com o doente

            Descobrir que se está com uma doença séria como o diabetes é difícil em qualquer fase da vida, por isso, cabe aos parentes ou pessoas mais próximas saber como lidar com o doente diabético.

            O diabetes na infância até a adolescência pode acarretar em sérias complicações, como a depressão, pois quando mais novo, o indivíduo tem suas emoções mais afloradas. É preciso do apoio principalmente dos pais e amigos, mas também de toda uma equipe de saúde.

            Como na fase adulta o diabetes ocorre com mais frequência, não existem muitas dificuldades de aceitação da doença, mas sim em manter os tratamentos e os cuidados com a alimentação e o corpo. Quem cuida de um adulto diabético deve, portanto, apoiar e incentivar o doente, deixando-o sempre bem informado sobre a sua condição de saúde.


            Vale lembrar que um diabetes não controlado pode causar outras doenças, como hipertensão arterial, insuficiência renal e infeções, além de piorar o prognóstico das doenças com as quais o indivíduo já convivia. Por isso, é importante adotar as medidas necessárias para manter esses cuidados citados com a pessoa que sofre do diabetes.

sábado, 14 de setembro de 2013

Efeitos na saúde das bebidas gaseificadas


São deliciosas e para muitos irresistíveis. Contudo, as bebidas gaseificadas têm mais malefícios do que benefícios para a saúde. Embora possam ser úteis para quem quer emagrecer (apenas quando não têm açúcar na sua composição), os refrigerantes são muitas vezes responsáveis pelo aumento da obesidade e trazem problemas de saúde de vária ordem. Descubra as razões para evitar um consumo excessivo de sumos e águas que contenham dióxido de carbono.

Tudo o que se consome em excesso é prejudicial à saúde. Todos sabem que beber sumos com muita frequência e em elevadas quantidades trazem problemas de vária ordem. Claro que, como qualquer outro produto alimentar, as bebidas gaseificadas podem ser consumidas de tempos em tempos, desde que de forma moderada. Afinal, o segredo de uma alimentação equilibrada está na ingestão cuidada com conta, peso e medida.

Um especialista brasileiro alerta ainda na sua tese de mestrado, da Universidade Estadual de São Paulo de Botucatu que “o consumo de bebidas gaseificadas, até nas modalidades light ou diet, favorecem a obesidade. Além disso, os riscos e danos relacionados ao consumo excessivo de refrigerantes vão desde desordens dentais à efeitos no sistema nervoso central".
"Isso pode acarretar diversos problemas de saúde como desordem dental, alteração do metabolismo mineral, doença ácida péptica, risco de doença cardiovascular, efeitos no sistema nervoso central consequentes da cafeína, entre outros", acrescenta, lembrando que o consumo tem aumentado um pouco por todo o mundo, especialmente entre os adolescentes.

Porquê evitar bebidas gaseificadas?

- Têm elevados níveis de açúcar, provocando obesidade
- Envelhecem a pele, uma vez que o fosfato presente nos refrigerantes conjugados com o dióxido de carbono vai elevar os níveis de toxicidade no organismo, causando o envelhecimento prematuro. É ainda responsável pelo aparecimento de doenças renais e cardiovasculares
- Trazem problemas a nível dentário. São responsáveis pelo aparecimento de cáries e perda de cálcio
- Danos no esqueleto. Ao interferir na reposição de cálcio no organismo, o consumo excessivo de bebidas com gás implica um maior risco de fraturas ósseas
- Interfere em tratamentos de emagrecimento. Especialistas brasileiros concluíram que o consumo exagerado destas bebidas contribui para impedir a resposta adequado do organismo a tratamentos de emagrecimento, impedindo a manutenção do peso alcançado no final da terapia

A falsa questão

Os problemas de excesso de peso estão culturalmente associados às bebidas gaseificadas. Contudo, há que esclarecer que estas contêm dióxido de carbono, ou seja, gás. Este elemento está presente não só nos refrigerantes, mas em muitas águas com sabores.

Mas, a causa que faz engordar não é a concentração de gás da bebida, mas sim o açúcar adicionado que esta contém. Ou seja, a composição em termos de açúcar é que tem calorias. Obviamente, os refrigerantes contêm altos teores de açúcar, elemento que lhes confere um sabor agradável e permite uma maior conservação do produto.

Assim, devem ser evitadas pois fornecem ao organismo elevadas doses de açúcar, que vão muito além do recomendado e que é de difícil digestão, originando problemas de obesidade.

Adeus refrigerantes?

Se é apreciador destas bebidas não tem que retirá-la por completo do seu dia-a-dia. Contudo, tem que estar consciente dos seus malefícios para a saúde. Opte por um sumo natural (sem açúcar) ou água, que é a bebida mais saudável e insubstituível no nosso organismo.

Para uma boa alimentação deve evitar o consumo de refrigerantes diariamente e faça-o apenas em ocasiões especiais ou poucas vezes por mês. O organismo irá habituar-se a viver sem bebidas gaseificadas.

Uma dica


Para ter uma saúde de ferro deverá evitar não só refrigerantes e alimentos altamente calóricos, mas também praticar exercício físico com regularidade. Uma simples caminhada pode fazer toda a diferença.