quinta-feira, 22 de outubro de 2015

10 conselhos para escolher um bom médico

É necessário saber como escolher um bom médico. Para isso é preciso levar em consideração algumas informações para que possamos ter confiança e segurança no momento da escolha de quem vai cuidar das nossas saúdes e vidas. Segue uma lista com estas 10 coisas que devemos levar em consideração para termos um bom médico:

Procure conhecer a formação profissional do médico

A formação profissional do médico pode ser uma boa forma de entender o seu passado, como tem trabalhado, como e o que tem feito, qual a sua formação e especialização, assim como saber quais foram as suas áreas de atuação, aproveite quando estiver na sala de espera para perguntar aos demais pacientes que também estão se consultado, sobre o histórico do médico;

Verifique a acessibilidade do consultório

Veja se o consultório é de fácil acesso, se possui estacionamento, se existe transporte público, é importante chegar lá de forma rápida quando alguma emergência ocorrer, repare também na higiene do consultório, é importante saber como é tratado o ambiente de trabalho, pois isso se reflete em como trata os pacientes;

Verifique qual a disponibilidade do médico

Veja qual é a disponibilidade do médico, quando for necessário marcar uma consulta você não quer ter que esperar meses para ser atendido. Verifique se conseguirá entrar em contato facilmente através do celular ou email, às vezes uma pergunta respondida já evita uma consulta, assim não é necessário perder tempo indo até o consultório;

Verifique o hospital em que o médico opera

Tenha certeza de qual é o hospital que o médico opera, pois em uma emergência você não terá tempo de escolher, tenha a certeza de que este hospital atende as suas necessidades, se é de seu agrado, de fácil acesso, se o seu seguro de saúde cobre ou se o seu bolso comporta as despesas do hospital;

Verifique quem é o seu substituto

Veja quem é o médico substituto em caso de doenças, férias ou quando está ocupado, verifique com todas essas dicas se ele também é um médico que te agrade, ele poderá resolver os seus problemas assim como seu médico principal;

Escolha um médico que caiba no seu bolso

Certifique-se se o médico aceita o seu plano de saúde, se não aceitar veja se é possível financeiramente ele ser seu médico, pois basta uma consulta para sair do orçamento;


Certifique-se de que seu medico é transparente

Um médico tem que ser transparente, não pode ocultar fatos mas também não pode ser daqueles que exageram, o famoso “médico terrorista” , ele passara transparência faz com que você confie e tenha total segurança de quando precisar tratar algum problema ele estará sendo claro, objetivo, direto e verdadeiro;

Leve em consideração os comentários dos familiares e amigos

O melhor meio de descobrir um bom médico é através dos comentários de amigos e parentes, que recomendam seus médicos e comentam suas experiências, isto ajuda a encaminhar na escolha. Eles ajudam a desvendar a maioria das dicas aqui presentes;

Analise se o médico aparenta estar atualizado

Um médico de mais idade significa mais sabedoria, mais experiências, mas não quer dizer que eles estejam atualizados. A medicina está em constante desenvolvimento, com novas técnicas, tecnologias, que auxiliam o médico a curar, ou diagnosticar doenças de forma mais eficaz e efetiva, por isso a importância do médico estar atualizado;

Verifique se o médico armazena um histórico do paciente

Tenha certeza de que o médico armazena um histórico do paciente, pois isso é importante para que ele possa diagnosticar eficazmente doenças, problemas e construir um cenário dos pacientes no futuro.  
Ao descobrir estas dicas, você está pronto para escolher seu médico com total segurança e ter a certeza de que a sua saúde está entregue em boas mãos. Converse com quem você conhece, monte uma rede de médico confiáveis, assim quando necessitar de um médico especialista em determinada área você já irá ter em sua lista um doutor de segurança e confiança.

terça-feira, 10 de março de 2015

10 alimentos que podem causar dor de cabeça

Dores de cabeça e enxaqueca constantes indicam que há um problema orgânico que precisa ser pesquisado. Muitas pessoas sofrem desse mal. São inúmeros os fatores que podem causar dor de cabeça. Falta de sono, obesidade, tabagismo, ansiedade, depressão, trabalho excessivo e estresse são algumas das causas, mas a alimentação é um dos fatores decisivo em causar essas dores.
         A cefaléia (nome científico dado as dores de cabeça) pode ser causada por algum tipo de substância presentes em vários alimentos. E quem sofre de crise de enxaqueca, é melhor evitar esse tipo de alimentação.

Alimentos que podem causar dor de cabeça:
         São eles: leite e seus derivados, produtos a base de soja, frutas oleoginosas, (em especial a castanha de caju), ameixa, frutas cítricas, trigo, bebidas fermentadas como vinho, champagne e cerveja, vinagre, amendoim, tomate, berinjela, batata, pimenta, pimentão, margarina, presunto, salsicha, salame, chá preto ou verde.
         A alta ingestão de cafeína também é responsável por aumentar o caso da cefaléia.
         As frutas cítricas possuem uma substância chamada octopamina, que pode causar dor de cabeça em pessoas sensíveis.
         O álcool estimula o acúmulo de acetaldeído, que é uma substância criada no fígado que auxilia a eliminar o álcool, mas que causa dor de cabeça durante o processo.
         Carboidratos: apresentam elevado índice de glicemia, além de serem inflamatórios, produzindo substâncias que causam a dor de cabeça.
         Os embutidos são ricos em nitritros, nitratos e glutamato monossódico, substâncias que dilatam os vasos sanguíneos causando a dor.
          Para diminuir as crises de dor de cabeça, recomenda-se relaxar e alimentar-se melhor. Opte por uma alimentação orgânica porque os alimentos orgânicos contêm uma menor quantidade de agrotóxicos e de outras substâncias nocivas ao organismo, e diminui a acumulação de toxinas no organismo e também em geral são mais ricos em nutrientes.
                Os aditivos alimentares encontrados nos alimentos industrializados, ao serem consumidas com regularidade acabam sendo depositada no organismo, modificando as reações químicas causando uma série de doenças como a obesidade e problemas no sistema nervoso central, que ao receber menos oxigênio fabricam a dor de cabeça.
         Evitando o consumo desses alimentos, pode-se notar uma grande melhora do quadro sem fazer uso de medicação.

O que se deve comer:
Sardinha, salmão e linhaça - São ricos em ômega-3, que é uma substância que ajuda a evitar inflamações que provocam dores. 
Amêndoa e Castanha do Pará - Ricas em selênio, atuando no sistema nervoso central e ajudando a diminuir a intensidade das crises
Agrião, couve, espinafre, acelga, brócolis e repolho – são alimentos ricos em vitaminas do complexo B, favorecem as funções cerebrais, porque são oxidantes.
Cenoura, kiwi, gengibre - Alimentos antioxidantes que ajudam no bloqueio da síntese de prostaglandinas (substâncias responsáveis pelos processos inflamatórios). A gengibre pode ser consumida em forma de chá.
Arroz, frutas, carnes e peixes magras, pães integrais, verduras - porque são fontes de carboidratos e triptofano, que estimulam a liberação de serotonina.
Ovo – Também é rico em vitaminas do complexo B, favorecem as funções cerebrais. 
Azeite - Rico em antioxidantes e vitamina E, melhora a circulação, reduzir a inflamação e equilibra os níveis hormonais.
Grãos integrais - São fontes de fibra, os cereais integrais contêm magnésio, um mineral que pode combater a dor de cabeça causada pela TPM.
Castanhas, sementes, abacates, e frutos do mar – são fontes de magnésio que ajuda a combater a dor de cabeça.
         O manganês também é indicado no tratamento das cefaléias, pois ele  inibe a degranulação dos mastócitos, agindo como um anti-histamínico natural, ou seja, uma substância que tem potencial de reduzir os sintomas alérgicos.
         Ao sentir dor de cabeça, você deve se deitar em um lugar escuro e sossegado. Use compressas frias ou quentes, massageando as têmporas. A acupuntura é também um tratamento natural usado por algumas pessoas encontrando ótimos resultados.
         Pessoas que sofre com dores de cabeça constantes, podem optar por uma alimentação leve, rica em frutas descascadas, legumes cozidos e carne bem passada. Para beber, nada melhor que a água mineral.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Tudo o que precisa de saber sobre a esquizofrenia

A esquizofrenia é uma perturbação mental grave que pertence aos distúrbios afetivos, em que o doente perde o contacto com a realidade. Emil Kraepelin, um psiquiatra alemão do séc. XX chamava-lhe de demência precoce, pois esta patologia é muito comum nos jovens adultos.

Sintomas
Esta doença designa-se por um distúrbio psicótico no qual é caracterizada por pelo menos dois destes sintomas característicos:
- Delírios (alteração do conteúdo do pensamento);
- Alucinações (alterações da sensoperceção);
- Discurso desorganizado;
- Comportamento catatónico;
- Sintomas negativos (embotamento afetivo, falta de iniciativa, isolamento social).
Todos estes sintomas devem ser visíveis no mínimo durante seis meses, que podem compreender uma fase prodrómica (diminuição das notas da escola ou trabalho, interesses novos como a filosofia, religião, ideias bizarras e consumo de substâncias).
Esta patologia psicótica tem um bom prognóstico se surgir tardiamente, pois não irá incapacitar o doente para o resto da vida, contrariamente a um jovem adulto, onde irá deixar mais “cicatrizes” mentais.
Os factores que determinam uma boa evolução da doença são:
- Surgir com um início agudo com fatores precipitantes óbvios;
- Haver um bom ajustamento na terapêutica prévia;
- Historial familiar de doenças afetivas;
- Bom apoio social.
Apesar do conceito, nem todas as esquizofrenias são iguais. Há doentes que têm apenas um surto psicótico e nunca mais se repete, e outros que têm muitos durante a vida, o que irá haver mais deterioração cognitiva.
Tratamento
Para uma intervenção eficaz, é necessário um diagnóstico correto desta patologia, muitas vezes são diagnosticadas depressões psicóticas (com atividade alucinatória congruente com o humor) ou bipolaridade com crises maníacas erradamente e isso irá atrasar o rápido tratamento da doença, portanto, é necessário procurar pelo menos duas opiniões de dois Psiquiatras diferentes.
Quando o doente apresenta graves surtos psicóticos, agressividade, perigo para os outros ou ele próprio, não adere à medicação e rejeita tratamento, a solução para estas pessoas passa por um tratamento compulsivo onde um juiz em tribunal irá decidir se irá ter internamento compulsivo ou não.
Normalmente esta patologia é tratada com uma vasta seleção terapêutica, como os anti psicóticos (podem ser de longa duração quando não há aderência pelo doente), lítio, estabilizadores de humor, um ansiolítico ou antidepressivo se for necessário e, se a patologia resistir, poderá ser necessário o tratamento com electroconvulsivoterapia. Se durante o tratamento surgirem novos surtos psicóticos, é necessário alterar e reajustar a terapêutica.
Recomendações Práticas
É importante a integração do cuidador informal e família em todo este processo inerente à hospitalização do doente, pois se houver uma maior compreensão desta patologia sem o preconceito das doenças mentais, todo o processo de tratamento irá ser mais facilitado.
Quando o doente está numa fase inicial de tratamento, a terapêutica para ser totalmente eficaz ainda demora alguns dias, pelo que nesse período o doente deve ocupar o seu tempo nas mais variadas atividades lúdicas. Obter o apoio do Hospital de Dia da ala da Psiquiatria do Hospital que o acompanha, conviver com doentes com a mesma patologia e com variados profissionais de saúde de forma a avaliarem a sua evolução, tudo isto irá ajudar o doente a reconquistar a sua autonomia no tratamento.
Para o tratamento ser totalmente eficaz é necessário uma reintegração num nível de funcionamento mais saudável que o anterior à crise psicótica, de forma a fortalecer a saúde mental. O tratamento ideal é sempre o que proporciona melhor reintegração social do doente.
O Doente
É necessário existir nos familiares e amigos uma compreensão intelectual do doente, desta forma para o mesmo ter consciência dos seus sentimentos e assim auxiliá-lo a utilizar mecanismos de coping para desenvolver defesas novas e saudáveis.
Perante todo o suporte social e familiar, o utente tem que primeiro de tudo, aceitar a doença e saber conviver com ela.
É necessário lembrar diariamente que as pequenas coisas da vida são de facto as mais importantes. Aprender a viver com a doença psiquiátrica não é fácil, não só pela dificuldade que a própria traz, mas pelo estigma que existe à volta da mesma, mas, se houver o apoio necessário, a esquizofrenia é tida em conta como uma doença igual às outras.